Websites | Serviços | Webmail | Ferramentas | Área reservada

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional
Título:  Adesão ao Regime Terapêutico de Pessoas com Hipertensão Arterial em Cuidados de Saúde Primários
Autores:  Raquel Sofia da Silva Ferreira; Luís Carlos Carvalho da Graça; Maria de La Salete Esteves Calvinho
Orientadores: 
Recebido para publicação:  2015-11-09
Aceite para publicação:  2016-02-17
Secção:  Artigo
Ano:  2015
DOI:  dx.doi.org/10.12707/RIV15070

Resumo
Enquadramento: A hipertensão arterial é uma doença crónica e o fator de risco de doença cardiovascular com maior prevalência, impondo-se como um relevante problema de saúde pública.
Objetivos: Descrever a adesão ao regime terapêutico das pessoas com hipertensão arterial, com vigilância de saúde em cuidados de saúde primários.
Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, observacional e transversal, com uma amostra de 332 pessoas. Para a recolha de dados recorreu-se a um questionário de caracterização pessoal, escala de Graffar adaptada, teste de medida de adesão aos tratamentos, o international physical activity questionnaire – versão curta e questionário de cuidados dietéticos.
Resultados: Observou-se uma elevada adesão ao regime terapêutico na adesão medicamentosa (média de 5,63±0,46), fraca na adesão à atividade física (média de 2939,05±5538,85) e boa na adesão aos cuidados dietéticos.
Conclusão: A consulta de enfermagem é uma ferramenta útil para a capacitação da pessoa com hipertensão arterial, possibilitando uma promoção de saúde personalizada, visando melhorar a adesão ao regime terapêutico.

Palavras-chave
adesão à medicação; cuidados de enfermagem; hipertensão; promoção da saúde
Babor, T., Higgins-Biddle, J., Saunders, J., & Monteiro, M. (2001). AUDIT - The Alcohol Use Disorders Identification Test: Guidelines for use in primary care. Geneva, Switzerland: World Health Organization/ Department of Mental Health and Substance Dependence.
Cortez-Dias, N., Martins, S., Belo, A., & Fiuza, M. (2009). Prevalência e padrões de tratamento da hipertensão arterial nos cuidados de saúde primários em Portugal: Resultados do estudo VALSIM. Revista Portuguesa de Cardiologia, 28(5), 499-523.
Costa, M., Leitão, F., Santos, J., Pinto, J., & Fino, M. (1996). Currículos funcionais: Instrumentos para o desenvolvimento e aplicação (Vol. 2). Lisboa, Portugal: Instituto de Inovação Educacional.
Craig, C., Marshall, A., Sjöström, M., Bauman, A., Booth, M., Ainsworth, B., … Oja, P. (2003). International Physical Activity Questionnaire: 12-country reliability and validity. Medicine and Science in Sports and Exercise, 35(8), 1381-1395.
Delgado, A., & Lima, M. (2001). Contributo para a validação concorrente de uma medida de adesão aos tratamentos. Psicologia, Saúde & Doenças, 2(2), 81-100.
Dickinson, H., Mason, J., Nicolson, D., Campbell, F., Beyer, F., Cook, J., … Ford, G. (2014). Lifestyle interventions to reduce raised blood pressure: A systematic review of randomized controlled trials. Retrieved from http://www.crd.york.ac.uk/CRDWeb/PrintPDF.php?AccessionNumber=12006001560&Copyright=Database+of+Abstracts+of+Reviews+of+Effects+%28DARE%29%3Cbr+%2F%3EProduced+by+the+Centre+for+Reviews+and+Dissemination+%3Cbr+%2F%3ECopyright+%26copy%3B+2016+University+of+York%3Cbr+%2F%3E
Direcção-Geral da Saúde. (2013a). Hipertensão arterial: Definição e classificação. Lisboa, Portugal: Autor.
Direcção-Geral da Saúde. (2013b). Abordagem terapêutica da hipertensão arterial. Lisboa, Portugal: Autor.
Instituto Nacional de Estatística. (2013). Anuário estatístico da Região Norte 2012. Lisboa, Portugal: Autor.
Macedo, M., Lima, M., Silva, A., Alcântara, P., Ramalhinho, V., & Carmona, J. (2007). Prevalência, conhecimento, tratamento e controlo da hipertensão em Portugal: Estudo PAP. Revista Portuguesa de Cardiologia, 26(1), 21-39.
Machado, H., Alves, A., Tinoco, C., Gonçalves, C., Matos, C., Rego, D., … Martins, S. (2010). Prevalência do diagnóstico de hipertensão arterial em pessoas sedentárias e em praticantes de exercício físico, na Cidade do Porto. Acta Médica Portuguesa, 23(2), 153-158.
Martins, L., Guedes, N., Teixeira, I., Lopes, M., & Araújo, T. (2009). Nível de atividade física em portadores de hipertensão arterial. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 17(4), 462-467. doi: 10.1590/S0104-11692009000400005
Meleis, A. I. (2010). Transitions Theory: Middle Range and Situation Specific Theories in Nursing Research and Practice. New York, NY: Springer Publishing Company.
Pestana, M., & Gageiro, J. (1998). Análise de dados para ciências sociais: A complementaridade do SPSS. Lisboa, Portugal: Edições Sílabo.
Pinto, A., & José, H. (2012). Hipertensão arterial e adesão ao regime terapêutico nos cuidados de saúde primários. Journal of Nursing, 6(7), 1638-1647. doi: 10.5205/reuol.2255-18586-1-LE.0607201217
World Health Organization. (2003). Adherence to long term therapies: evidence for action. Geneva, Switzerland: Author.
World Health Organization, Internacional Society of Hypertension Writing Group. (2003). 2003 World Health Organization (WHO)/Internacional Society of Hypertension (ISH). Journal of Hypertension, 21(11), 1983-1992.
World Health Organization. (2013). A global brief on hypertension: Silent killer, global public health crisis. Geneva, Switzerland: Author.
Texto integral
Total: 0 registo(s)
REF_Jan2016_7to15 ENGL.pdf
REF_Jan2016_7to15 PORT.pdf


[ Detalhes da edição ]