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Título:  Fragilidade e fatores de risco associados em pessoas idosas independentes residentes em meio rural
Autores:  Leonel São Romão Preto*; Maria do Carmo Dias da Conceição**; Simone Isabel Soeiro Amaral***;
Telma Martins Figueiredo****; Pedro Miguel Barreira Preto*****
Orientadores: 
Recebido para publicação:  2017-10-02
Aceite para publicação:  2017-12-05
Secção:  ARTIGO DE INVESTIGAÇÃO (ORIGINAL)/RESEARCH PAPER (ORIGINAL)
Ano:  2018
DOI:  https://doi.org/10.12707/RIV17078

Resumo
Enquadramento: O diagnóstico da síndrome de fragilidade é essencial ao planeamento de intervenções em saúde do idoso.
Objetivo: Avaliar a prevalência e os fatores associados à fragilidade em idosos que residem em comunidades rurais.
Metodologia: Estudo transversal que avaliou 435 idosos classificados segundo o fenótipo de fragilidade. Aplicámos ainda os seguintes instrumentos: Breve Questionário Portátil sobre o Estado Mental (BQPEM), Índice de Comorbidade de Charlson (ICC), Índice de Barthel (IB) e Escala Lawton e Brody (ELB). Utilizámos testes de associação, comparação de médias e análise de correlações (p < 0,05).
Resultados: Amostra (74,3 ± 7,1 anos) maioritariamente feminina (62,3%). Encontrámos prevalências de 33,3% para não-fragilidade, 46,2% para pré-fragilidade e 20,5% para fragilidade. A condição de fragilidade associou-se a saúde autopercebida, intensidade da dor, uso de meios auxiliares de marcha e problemas sensoriais. Os idosos frágeis apresentavam maior dependência nas atividades de vida diária.
Conclusão: O score do ICC, as pontuações obtidas na ELB, a idade e o número de medicamentos consumidos diariamente foram, por esta ordem, as variáveis que mais se correlacionaram com fragilidade.


Palavras-chave
envelhecimento; idoso fragilizado; nível de saúde; enfermagem; população rural
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