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Título:  As autarquias e a promoção da acessibilidade arquitetónica
Autores:  Rute Salomé da Silva Pereira* ; Maria Manuela Ferreira Pereira da Silva Martins** ; Bárbara Pereira Gomes***;
Soraia Dornelles Schoeller**** ; José Alberto Laredo-Aguilera***** ; Isabel Ribeiro******; Paulo Cunha*******
Orientadores: 
Recebido para publicação:  2018-04-12
Aceite para publicação:  2018-07-23
Secção:  ARTIGO DE INVESTIGAÇÃO (ORIGINAL)/RESEARCH PAPER (ORIGINAL)
Ano:  2018

Resumo
Enquadramento: As barreiras arquitetónicas assumem um peso importante na prossecução das atividades de vida diária para pessoas com mobilidade condicionada.
Objetivos: Compreender as fragilidades e/ou potencialidades das respostas das autarquias locais para abolir barreiras arquitetónicas para pessoas com mobilidade condicionada quando inseridas no seu contexto social e habitacional.
Metodologia: Estudo descritivo, exploratório, com uma amostra de 21 presidentes de junta de dois municípios, a partir de uma amostragem não probabilística acidental.
Resultados: Da amostra, 76,2% presidentes de junta não sabem quantas pessoas com deficiência vivem na sua freguesia. A eliminação de barreiras arquitetónicas incidiu sobre passeios e percursos pedonais acessíveis (80%), passadeiras (75%), acesso a parques e jardins públicos (70%) e a cemitérios e mercado (70%). Os restantes equipamentos, mesmo os educacionais, têm representações abaixo de 50%.
Conclusão: Subsistem espaços de uso público com barreiras arquitetónicas. Existe pouca articulação entre profissionais de saúde e a sociedade para a promoção da acessibilidade.

Palavras-chave
enfermagem em reabilitação; estruturas de acesso; governo local; pessoas com deficiência; limitação da mobilidade
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