Dois momentos vão marcar o último dia do II Congresso de Investigação em Enfermagem Ibero-Americano e de Países de Língua Oficial Portuguesa, que amanhã termina na ESEnfC.
Logo no período da manhã (a partir das 9h30), serão apresentados os resultados de discussão entre investigadores sobre o processo integrado de produção, divulgação e aplicação do conhecimento científico de Enfermagem. Uma tarefa que estará a cargo dos professores Alacoque Lorenzini Erdmann (Universidade Federal de Santa Catarina - Brasil), Aida Cruz Mendes e Manuel Alves Rodrigues (Escola Superior de Enfermagem de Coimbra).
Outra sessão muito aguardada, já durante a tarde (16h45), será a conferência "Desafios para a Investigação em Enfermagem e o papel dos centros colaboradores" da Organização Mundial de Saúde, a proferir por Carla Aparecida Ventura, que virá em substituição da professora Isabel Amélia Costa Mendes (Brasil).
Hoje, coube à enfermeira Cosma Aguiar apresentar, de manhã, a conferência "São Tomé e Príncipe. Sistema Nacional de Saúde – Potencialidades e Fragilidades: o lugar da Enfermagem".
Quanto a presenças africanas, no primeiro dia do congresso também o vice-decano para os Assuntos Científicos do Instituto Superior de Enfermagem da Universidade Agostinho Neto (Angola) interveio. Manuel Simão falou sobre "Investigação e desenvolvimento em saúde em Angola: horizontes para os enfermeiros".
A sessão de encerramento do II Congresso de Investigação em Enfermagem Ibero-Americano e de Países de Língua Oficial Portuguesa, que está a ser é organizado pela Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: domínio de Enfermagem (UICISA-dE), é às 17h30.
Neste encontro científico estão representados estudantes, enfermeiros, professores e outros convidados provenientes de instituições de sete países: Portugal e Brasil (em maior número), mas também Angola, Cabo Verde, Espanha, Moçambique e São Tomé e Príncipe.