Websites | Serviços | Webmail | Ferramentas | Área reservada

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional
Título:  Relação da Vinculação Materno-Fetal com a Idade Gestacional e as Memórias Parentais
Autores:  Maria Inês Félix Teixeira; Filomena Martins Marcos Raimundo; Maria Cristina Quintas Antunes
Orientadores: 
Recebido para publicação:  2015-02-01
Aceite para publicação:  2015-11-11
Tipo:  Artigo de Investigação
Ano:  2015
DOI:  http://dx.doi.org/10.12707/RIV15025

Resumo
Enquadramento: A vinculação é a ligação afetiva do bebé com a mãe ou pessoa que cuida dele. Inicia-se durante a gravidez e influenciará o ser humano, na relação com progenitores, semelhantes e no futuro papel como mãe/pai.
Objetivos: Conhecer a relação entre idade gestacional e vinculação materno-fetal e verificar a relação entre memórias sobre práticas parentais e vinculação materno-fetal.
Metodologia: Realizou-se um estudo descritivo correlacional e transversal, de janeiro a maio de 2013. Participaram 179 grávidas, com idade gestacional igual ou superior a 20 semanas, acompanhadas em dois Agrupamentos de Centros de Saúde do Norte de Portugal. Foram utilizadas a Maternal Fetal Attachment Scale e a Inventory for Assessing Memories of Parental Rearing Behavior.
Resultados: A vinculação materno-fetal aumenta com a idade gestacional e relaciona-se com memórias das práticas parentais.
Conclusão: A vinculação materno-fetal pode ser influenciada por aspetos como idade gestacional e memórias sobre as práticas parentais. Assim é importante que os enfermeiros de saúde materna preparem a grávida para o parto e para o papel de mãe.

Palavras-chave
relação materno-fetal; idade gestacional; memória
Ainsworth, M. D., & Bowlby, J. (1991). An ethological approach to personality development. American Psychologist, 46(4), 333-341. Retrieved from http://www.psychology.sunysb.edu/attachment/online/ainsworth_bowlby_1991.pdf
Bowlby, J. (1952). Maternal care and mental health: A report prepared on behalf of the World Health Organization Monograph (2ª ed.). Geneva, Switzerland: WHO.
Bowlby J. (1973). Separation: Anxiety & Anger. London, United Kingdom: Hogarth Press.
Brandon, A. R., Pitts, S., Denton, W. H., Stringer, A., & Evans, H. M. (2009). A history of the theory of prenatal attachment. Journal of Prenatal and Perinatal Psychology and Health, 23(4), 201-222. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3083029/
Canavarro, M. C. (1996). A avaliação das práticas educativas através do EMBU: Estudos psicométricos. Psychologica, 16, 5-18.
Carvalho, M. E. (2011). O bebé imaginário, as memórias dos cuidados parentais e as representações sonoro-musicais na gravidez no estudo da representação da vinculação materna pré-natal e da orientação para a maternidade (Unpublished PhD Thesis). Universidade de Lisboa, Portugal.
Cranley, M. S. (1981). Development of a tool for the measurement of maternal attachment during pregnancy. Nursing Research, 30(5), 281-284.
Direção Geral da Saúde. (2013). Norma 23/2011: Exames ecográficos na gravidez de baixo risco. Lisboa, Portugal: Autor.
Feijó, M. C. (1999). Validação brasileira da maternal fetal attachment scale. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 51(4), 52-62.
Kobarg, A. P., Vieira, V., Vieira, M. L. (2010). Validação da Escala de Lembranças sobre Práticas Parentais (EMBU). Avaliação Psicológica, 9(1), 77-85. Retrieved from http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=335027281009
Lowdermilk, D. (2008). Anatomia e fisiologia da gravidez. In D. Lowdermilk & S. Perry, Enfermagem na maternidade (7ª ed., pp. 222-244). Loures, Portugal: Lusodidacta.
Masera, R. G., Martín, P. A., & Pavón, I. R. (2011). Relación materno fetal y establecimiento del apego durante la etapa de gestación. International Journal of Developmental and Educational Psychology, 1(1), 425-434. Retrieved from http://infad.eu/RevistaINFAD/2011/n1/volumen1/INFAD_010123_425-434.pdf
Nishikawa, M., & Sakakibara, H. (2013). Effect of nursing intervention program using abdominal palpation of Leopold’s maneuvers on maternal-fetal attachment. Reproductive Health Journal, 10(12), 1-7. doi:10.1186/1742-4755-10-12
Piccinini, C. A., Gomes, A. G., Nardi, T. D., & Lopes, R.S. (2004). Gestação e constituição da maternidade. Psicologia em Estudo, 13(1), 63-72. Retrieved from http://www.scielo.br/pdf/pe/v13n1/v13n1a07.pdf
Schmidt, E.B., & Argimon, I. I. (2009). Vinculação da gestante e apego materno-fetal. Paidéia, 19(43), 211-220. Retrieved from http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-863X2009000200009&script=sci_arttext
Rodrigues, S., Figueiredo, B., Pacheco, A., Costa, R., Cabeleira, C., & Magarinho, R. (2004). Memória de cuidados na infância, estilo de vinculação e qualidade da relação com pessoas significativas: Estudo com grávidas adolescentes. Análise Psicológica, 22(4), 643-665. Retrieved from e http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/4226/1/ Mem%C%B3ria%20de%20cuidados%20na%20inf%C3%A2ncia%20%282004%29.pdf
van Bussel, J. C., Spitz, B., & Demyttenaere, K. (2010). Reliability and validity of the Dutch version of the maternal antenatal attachment scale. Archives of Women’s Mental Health, 13 (3), 267-277. doi: 10.1007/s00737-009-0127-9
Texto integral
Total: 0 registo(s)
REF_Jan2016_85to92 ENGL.pdf
REF_Jan2016_85to92 PORT.pdf


[ Detalhes da edição ]