Websites | Serviços | Webmail | Ferramentas | Área reservada

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional
Título:  Responsabilidade em cuidados de enfermagem: colocando a pessoa no centro
Autores:  María Idoia Ugarte Gurrutxaga*
Orientadores: 
Recebido para publicação:  2017-12-14
Aceite para publicação:  2018-03-28
Secção:  ARTIGOS DE REVISÃO / REVIEW PAPERS ARTIGOS_TEÓRICOS-ENSAIOS / THEORETICAL PAPERS/ESSAYS
Ano:  2018
DOI:  https://doi.org/10.12707/RIV17108
Facebook Twitter LinkedIn

Resumo
Enquadramento: O cuidado é a essência da enfermagem. Embora existam diferentes definições de enfermagem, todos eles compartilham essa ideia. Naquilo em que pode não haver acordo é no significado atribuído ao cuidado.
Objetivo: Refletir sobre a responsabilidade no cuidado de enfermagem, colocando a pessoa no centro.
Principais tópicos em análise: Uma revisão da literatura foi realizada em relação à evolução dos paradigmas de enfermagem, a realidade da assistência no atual modelo hegemónico de cuidados de saúde, a relação enfermeiro-paciente no encontro de atendimento e as propostas de melhoria para que o mesmo seja de qualidade.
Conclusão: O cuidado de enfermagem não é um ato isolado. Isso ocorre em certos contextos sociais, institucionais e redes de relacionamentos que lhe dão significado. Não devemos, não podemos negligenciar o cuidado. Temos de preservar a responsabilidade no cuidado de enfermagem, colocando a pessoa no centro.


Palavras-chave
cuidados de enfermagem; assistência centrada no paciente; competência profissional
Amezcua, M. (2010). Investigación aplicada en cuidados de salud. Index de Enfermería, 19(4), 237-239. doi: 10.4321/S1132-12962010000300001
Arredondo-González, C. P., & Siles-González, J. (2009). Tecnología y humanización de los cuidados: Una mirada desde la Teoría de las Relaciones Interpersonales. Index de Enfermería, 18(1), 32-36. doi: 10.4321/S1132-12962009000100007
Collière, M. F. (1993). Promover la vida: De la prática de las mujeres cuidadoras a los cuidados de enfermería. Madrid, España: McGraw-Hill Interamericana.
Guillaumet, M., Fargues, I., Subirana, M., & Bros, M. (2005). Teoría del cuidado humano: Un café con Watson. Metas de Enfermería, 8(2), 28-32. Recuperado de https://www.researchgate.net/profile/ Montse_Guillaumet/publication/216704707_Teoria_del_cuidado_humano_Un_cafe_con_Watson/links/550be4de0cf2855640977
Guillén, R. M. (2010). La connotación humana y cultural del cuidado. Biblioteca Lascasas, 6(3). Recuperado de http://www.index-f.com/lascasas/documentos/lc0557.pdf
Huércanos, I. (2013). Cuidado Invisible: Donde los medicamentos no llegan. Index de Enfermería, 22(1-2), 5-6. doi: 10.4321/S1132-12962013000100001
Kérouac, S., Pepin, J., Ducharme, F., Duquette, A., & Major, F. (1996). El pensamiento enfermero. Barcelona, España: Masson.
Kleinman, A., & Benson, P. (2006). Anthropology in the clinic: The problem of cultural competency and how to fix it. PLoS Medicine, 3(10), e294. doi: 10.1371/journal.pmed.0030294
Martínez, M. (2008). Hacia la consolidación de los paradigmas de enfermería a través de la universalización de la enseñanza. Revista Médica Electrónica, 30(2). Recuperado de http://www.revmatanzas.sld.cu/revista%20medica/ano%202008/vol2%202008/tema11.htm
Morgan, S., & Yoder, L. (2012). A concept analysis ofperson-centered care. Journal of Holistic Nursing, 30(1), 6-15. doi: 10.1177/0898010111412189
Orkaizagirre, A. (2013). Visibilizando los cuidados enfermeros a través de la Relación de Cuidado. Index de Enfermería , 22(3). doi: 10.4321/S1132-12962013000200002
Palomo, L., & Rabanaque, M. J. (2012). Crisis económica, política sanitaria y salud. Revista Gestión Clínica y Sanitaria, 4(1), 16-19.
Peplau, H. (1990). Relaciones interpersonales en enfermería: Un marco de referencia conceptual en enfermería psicodinámica. Barcelona, España: Salvat.
Queirós, P. J. (2015) Cuidar: Da condição de existência humana ao cuidar integral profissionalizado. Revista de Enfermagem Referência, 4(5), 139-146. doi: 10.12707/RIV14079
Rogers, C. (1961). On becoming a person: A therapist’s view of psychotherapy. London, England: Constable.
Ruckert, A., & Labonté, R. (2017). Health inequities in the age of austerity: The need for social protection policies. Social Science & Medicine, 187(2017), 306-311. doi: 10.1016/j.socscimed.2017.03.029 0277-9536
Ugarte, I. (2012). La evidencia narrativa y la calidad asistencial en el Sistema Nacional de Salud. In L. Mariano & C. Cipriano (Eds.), Medicina y narrativas: De la teoría a la práctica (pp. 95-118). doi: 10.13140/RG.2.1.2769.6485
Urra, E., Jana A., & García, M. (2011). Algunos aspetos esenciales del pensamiento de Jean Watson y su teoría de cuidados transpersonales. Ciencia y enfermería, 17(3), 11-22. doi: 10.4067/S0717-95532011000300002
Velasco, S. (2009). Sexos, género y salud: Teoría y métodos para la práctica clínica y programas de salud. Madrid, España: Ediciones Minerva.
Watson, J. (1992) Filosofía y teoría de los cuidados humanos en enfermería de Watson. In J. Riehl-Sisca. Modelos conceptuales de enfermería (pp. 179-192). Barcelona, España: Doyma.
Texto integral
Total: 0 registo(s)
REF_jun2018_161to170_eng.pdf.pdf
REF_jun2018_161to170_span.pdf.pdf


[ Detalhes da edição ]