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Título:  Autoavaliação da intensidade da dor: correlação entre crianças, pais e enfermeiros
Autores:  Luís Manuel da Cunha Batalha*; Ana Filipa Domingues Sousa**
Orientadores: 
Recebido para publicação:  2018-01-17
Aceite para publicação:  2018-03-28
Secção:  ARTIGO DE INVESTIGAÇÃO (ORIGINAL)/RESEARCH PAPER (ORIGINAL)
Ano:  2018
DOI:  https://doi.org/10.12707/RIV18002
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Resumo
Enquadramento: Em pediatria são frequentes as situações clínicas em que existe impossibilidade de autoavaliação da dor e incerteza quanto à correlação existente entre a avaliação feita por pais e enfermeiros e o autorrelato da criança.
Objetivo: Avaliar o grau de correlação da avaliação da intensidade da dor entre crianças, pais e enfermeiros.
Metodologia: Estudo descritivo correlacional, transversal, realizado em duas unidades de saúde com a participação
de 64 crianças (5 - 17 anos), seus pais e enfermeiros cuidadores. Na avaliação da intensidade da dor foram utilizadas a Escala Visual Analógica e a escala Face, Legs, Activity, Cry, Consolability (FLACC).
Resultados: Quando pais e enfermeiros avaliaram a dor com a escala FLACC, a correlação com o autorrelato revelou-se moderada entre crianças e pais (rs = 0,51; p < 0,01) e entre crianças e enfermeiros (rs = 0,55; p < 0,01).
Conclusão: A autoavaliação da intensidade da dor das crianças apresenta moderadas correlações com a avaliação feita por pais e enfermeiros.


Palavras-chave
enfermagem; dor; avaliação; criança
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