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Título:  Cuidado em enfermagem de reabilitação e processo emancipatório
Autores:  Soraia Dornelles Schoeller; Maria Manuela Ferreira Pereira da Silva Martins; Flavia Regina de Souza Ramos; Caroline Porcelis Vargas; Milena Amorim Zuchetto; Daniella Karine de Souza Lim
Orientadores: 
Recebido para publicação:  2019-11-07
Aceite para publicação:  2020-04-27
Secção:  ARTIGO DE REVISÃO_REVIEW ARTICLE_ARTIGO TEÓRICO/ENSAIO_THEORETICAL ARTICLE/ESSAY
Ano:  2020
DOI:  10.12707/RIV19084
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Resumo
Enquadramento: A ciência da enfermagem está imersa no processo de cuidar, e, historicamente, a profissão foi construída com base em critérios científicos sobre o que é e como cuidar. Este estudo pretende questionar como se pratica o cuidado de enfermagem enquanto processo emancipatório.
Objectives: Este artigo tem como objetivo compartilhar e estimular o debate sobre cuidados de enfermagem e processo empancipatório, usando a teoria do reconhecimento de Honneth e o princípio da esperança de Bloch.
Principais tópicos em análise: Reflexão sobre a teoria do reconhecimento e dialética da esperança como fundamentos conceituais para o cuidado de enfermagem na reabilitação. Baseado na literatura filosófica contextualizada na reabilitação. Para isso, o cuidado de enfermagem é considerado uma relação intersubjetiva num processo emancipatório, no qual a autorrealização do enfermeiro depende da autorrealização da pessoa cuidada.
Conclusão: A construção do sujeito ocorre em relações intersubjetivas, históricas e de reconhecimento.
Para o cuidado responsável, devemos considerar os três níveis de reconhecimento: amor, direitos e solidariedade. Assim, o cuidado será um processo emancipatório e integral.


Palavras-chave
enfermagem de reabilitação; esperança; filosofia em enfermagem
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